
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
sábado, 24 de novembro de 2007
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Fotografias deste Blog
Por favor digam alguma coisa sobre as minhas imagens, ou será que não merecem sequer um reparo construtivo.
Fico à espera.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
Tratado de Lisboa
Toda a gente fala dele mas suponho que poucas pessoas o conhecem.
domingo, 12 de agosto de 2007
Aplausos para Daniel Barenboim e a sua West-Eastern Divan Orchestra
Com a disponibilidade do espaço que o Ponto de Vista me concede vou noticiar um notável concerto no encerramento da 2ª Plataforma do Fórum Cultural O estado do mundo, nos 50 anos da Gulbenkian.
No passado dia 7 o Grande Auditório da Gulbenkian esgotou para ouvir Beethoven (Abertura «Leonore III»op72c), Arnold Schönberg ( Variações para Orquestra, op31) e Tchaikovsky (Sinfonia Nº 6 em Si menor, op. 74, «Patética») pela orquestra criada em 1999 pelo músico israelita Daniel Barenboim e o intelectual palestiniano Edward Said, já falecido.
As palavras, no nome da orquestra, West-Eastern Divan referem-se a uma colecção de poemas de Goethe em homenagem a este poeta alemão, pela sua universalidade, e que curiosamente começou a estudar arábico com mais de sessenta anos.
A orquestra, constituída por jovens músicos israelitas e de outros países do Médio Oriente, não é apenas um projecto musical, mas visa estabelecer um diálogo entre países de culturas tradicionalmente rivais. Os trabalhos tiveram início em Chicago em 2002, mas a orquestra veio a estabelecer-se em Sevilha em 2004 graças ao apoio institucional e financeiro do Governo da Região Autónoma da Andaluzia. Criaram a Fundação Barenboim-Said com sede em Sevilha, e a Barenboim-Said Foundation USA nos Estados Unidos; mas esta, só para angariação de fundos. O projecto é liderado por Barenboim e por Maria Said, viúva de Edward Said. A base da orquestra é constituída por um número igual de músicos israelitas e palestinianos aos quais se juntam músicos da Andaluzia e ainda outros alunos como observadores. O Governo da Andaluzia atribui bolsas aos alunos dotados e com poucos recursos económicos, para estudarem na Europa e nos Estados Unidos.
A orquestra têm-se apresentado em diversos países europeus, e americanos, tendo actuado pela primeira vez num país árabe em 2003, (Rabat) e em 2005 na Palestina(Ramallah). Tem gravado CDs/DVDs.
Com uma programação excelente, Barenboim dirigiu a orquestra com a sua forma muito peculiar, não excedendo o gesto e não faltando o necessário. Ora se encosta ao varão que o protege, ora se movimenta de uma forma persuasiva e eficaz. Imprime confiança, sentimento, rigor. .Depois, sabe gerir os aplausos. Cumprimenta os músicos, manda levantar naipes, solistas, só depois é que se volta; e aí a ovação explode. No final a plateia manteve-se de pé aplaudindo continuada e energicamente, durante as vezes que ele veio ao palco. Veio-me à memória o que se passou no Coliseu há uns anos atrás; Barenboim regia a Sinfónica de Chicago e tocava Mahler. Quando terminou, a assistência levantou-se de uma só vez, como uma mola. Ouviu-se um ah!!! abafado, de espanto, e soltaram-se os aplausos.
A Ponta da Vista
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Novo Aeroporto de Portugal
Infelizmente a memória é curta e o acidente foi a muitos quilómetros de Portugal. Os Lisboetas que se acautelem com a continuação de um aeroporto dentro da cidade...
domingo, 29 de julho de 2007
33º Festival Internacional de Música de Espinho
domingo, 15 de julho de 2007
Ainda as Corridas
terça-feira, 10 de julho de 2007
sábado, 7 de julho de 2007
Corridas de Automóveis na Cidade Invicta
Como é possível aceitar-se que tenha lugar em plena cidade do Porto causando prejuízos à restante população?
Como é possível aceitar-se o investimento que se fez nas infra-estruturas que permitem a realização de tal evento?
Não haverá mais nada mais necessário do que a realização de tal competição?
Aqui ficam estas dúvidas (críticas) pode ser que alguém me saiba esclarecer cabalmente. Estou ansioso pelos comentários, que antecipadamente agradeço.
sábado, 23 de junho de 2007
O Novo Aeroporto de Portugal
É meu parecer de que estas coisas não se podem escolher desta forma. Trata-se de uma infra-estrutura altamente complexa que exige estudos especializados para classificação de várias soluções dentre as quais se fará a escolha atendendo a critérios políticos.
sábado, 16 de junho de 2007
O PORTO quem o viu e quem o vê
Quem conheceu a sociedade portuense de há uns anos atrás, sabe que o PORTO era tremendamente orgulhoso e desmesuradamente bairrista. Quando se falava de acontecimentos na Capital, a resposta era imediata: «nós cá também temos», nem que nada se passasse; que era o mais certo. E o Porto era para trabalhar. Comerciantes ricos, faziam a sua «society» no Ateneu e a «pseudo aristocracia» da Foz nos salões dos seus palacetes.
A «Plebe» na qual eu me incluo, cheirava de tudo um bocadinho (quando a aceitavam e tinha estaleca para isso) e depois era dar um saltinho a Lisboa para ver e ouvir um Pollini ou coisas assim.
Ir a Lisboa? Aquilo é Marrocos!....Ouvia-se frequentemente. Eles nem comer sabem. Aquilo é folhinha de alface e peixinho da horta; nunca lá comi um bom cabrito ou uma feijoada; também se ouvia.
E quando menos esperávamos, numa de novo-riquismo parolo, o Presidente Rio quis também ter no Porto coisas da Capital e nada melhor que as luzes do Politeama, exactissimamente o La Féria. Mas há coisas que me intrigam; como é que a mesma pessoa decide a Praça da Liberdade, a recuperação do jardim da Rotunda com tão bom gosto? Quer dizer, aceitou quem o tinha. Dá-me a impressão que o Presidente Rio decide conforme o poder de convicção de quem lhe fala. Ainda procura um caminho; e quando não o encontra, faz contas, que é a única coisa que lhe ensinaram. E ao fazer contas, sai o túnel a abrir em frente ao Museu Soares dos Reis e a aniquilação do Rivoli....................Isto é que me dói.
Mas o espanto não acaba aqui. O Presidente Rio recebeu duas figuras também essas da Capital, a condizer, a Cinha Jardim e a Lili Caneças!!!! Não sei porque abriu a boca, se não acredita veja as fotografias da ARTIMANHA, é o que lhe digo, só não vimos a Bobone; essa até dava jeito para as boas maneiras do Presidente….
E por aqui me fico; o resto dá outra.
Obrigada Ponto de Vista pelo espaço de má língua
A Ponta da Vista
quinta-feira, 14 de junho de 2007
A Casa da Música
O que interessa presentemente é esperar que se corrijam alguns dos erros cometidos:
As escadas parecem um caso perdido.
As cadeiras da Sala nº1 bem poderiam ser um objectivo de substituição, a breve prazo porque além de inestéticas são o que há de mais incómodo.
Sobre as cadeiras da sala nº2 é melhor não dizer nada, a não ser que é urgente substituí-las.
Muitas outras coisas se poderia dizer, mas o meu objectivo é outro. Além dos belíssimos concertos a que já assisti, com pleno agrado, há ainda o facto de ter sido possível conseguir as fotografias que estou a colocar neste Blog.
domingo, 10 de junho de 2007
domingo, 3 de junho de 2007
Aconteceu a semana passada em Vila do Conde. Concurso de piano e violoncelo Marília Rocha.
Assisti à prova do dia 31, de piano, para crianças até 9 anos, na minha qualidade de reformada e com tempo para isso. Não sou profissional de música, tive um ensino rudimentar de violino nos anos 40/50, onde isso vai .........mas sou uma ouvinte muito atenta; e graças a Deus e graças à Gulbenkian tenho ouvido coisas muito boas, haja em vista o programa com que ela nos presenteou este ano.
Pois muito bem, alegres e desenvoltas as crianças lá foram tocando, duas peças à escolha e uma imposta (Eu sou um coelhinho de Helder Gonçálves).
Quando tudo ia bem, levanta-se uma concorrente sentada na primeira fila, diferente das outras.
Cabelinho "escalado", roupa muito alinhadinha, a condizer, postura aparentemente serena, e veio-me à memória, a menina de outros tempos de fitas de veludo no cabelo a apanhar caracóis, sapato de verniz, vestido armado de organza; esta, era a edição moderna desse modelo.
E não é que tocava Chopin?!
Os dedos ágeis, a memória fresca (não houve brancas) mas, onde estava Chopin?
Será possível, até 9 anos, entender Chopin? Mas Chopin não escreveu para crianças. Coitado do Chopin, já lhe vimos atribuir concertos de violino pelo representante da Cultura deste nosso País, mas assassiná-lo deliberadamente com apoio e consentimento de responsáveis é bastante pior.
O intérprete, interpreta. Quem interpreta precisa de saber o quê, logo tem que entender; depois de entender tem de transmitir aos outros.
Mexi-me na cadeira algumas vezes, enquanto a criança tocava, ansiosa que ela terminasse. Desejei que ela tivesse uma branca e parasse ali.
Não se deveria aceitar programação fora de uma escrita adequada à idade. Até aos 9 anos a vivência que Chopin exige ainda está para vir. Começará em alguns casos na adolescência. De que estavam à espera, de um prodígio? Os prodígios contradizem o que eu estou a dizer, criam a sua identidade, estão fora da escala, por isso mandam à merda concursos destes. Esta menina não foi o que fez.
Ouvi crianças a tocar o Coelhinho com enorme sabedoria porque a música lhes dizia alguma coisa; uma delas fez um pianíssimo no final depois de um desenvolvimento saltitante, que não se pode esquecer.
Ouvi um Bartok admiravelmente arrogante e impetuoso; Mozart, livre, rebelde, irrequieto.
Estas crianças entendiam o que estavam a fazer.
No dia seguinte, fui ao concerto dos laureados, e a tal menina lá estava outra vez porque foi a escolhida.
Senhores Jurados, rompam com este atavismo cego, neste caso surdo, de premiar quem vem empurrado por "quem".
Olhem e ouçam os anónimos como algumas daquelas crianças que tocavam tão bem, cientes e compenetradas mas que não tiveram quem as "empurrasse". E depois foram todas as que "sobraram" metidas no mesmo saco; as boas, as melhores, as assim assim.
Pôrra, escaqueirem a loiça de uma vez por todas..........
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Razão de ser deste Blog
A finalidade essencial é ter um local onde possa escrever o que me apetecer e sobre o que me aprouver e especialmente colocar as minhas fotografias.
Em relação a tudo o que publicar apelo a quem me ler (presunção e água-benta...) que não deixe de fazer os comentários, críticas e sobretudo ensinamentos.
Obrigado a todos os que já me visitaram.
sábado, 26 de maio de 2007
Será que a Fotografia se pode considerar uma Arte?
Parece-me que sim. Desde que intervenha um processo criativo.